terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

RESENHA: KEN PARKER 72 - AVENTURA HUMANA

CAPA EQUIVALENTE DA EDIÇÃO ITALIANA 

SINOPSE:
Resolvendo dar vazão aos seus dotes de escritor, e de quebra ganhar algum dinheiro, Ken Parker passa a escrever relatos de suas aventuras.

Nesse episódio, ele nos mostra como foi perseguido por um cruel grupo de índios Cree, assassinos impiedosos.

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Genial composição de Berardi, onde vemos Ken Parker se preparando para escrever seu conto de aventuras.

Enquanto saboreamos o conto, acompanhamos parte de sua vida de inquilino sem dinheiro, resultado de sua condição de fugitivo.

Explosiva (e inesquecível) reação de Ken Parker, simplesmente fuzilando um índio, sem piedade nem chance de defesa, enchendo-o de chumbo quente, nos mostrando o limite da paciência de nosso herói (O índio merecia).

O final tocante, nos faz indagar quando Ken Parker, super gente boa e tremendo merecedor, passará a viver digna plenamente junto aos seus?

Nota 10

Obs: No Brasil, a Mythos publicou nessa edição 8, uma segunda história: A CAPTURA, resenhada no próximo post...


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RESENHA: KEN PARKER 71 - CAÇADA SANGRENTA


EDIÇÃO BRASILEIRA COM "CAÇADA SANGRENTA" E "A LENDA DE KENISSUAQ"

SINOPSE:
Vivendo entre os Inuit, Ken Parker ajuda uma aldeia na luta contra implacáveis caçadores, que além de focas, assassinam sem perdão qualquer "esquimó" que estiver pelo caminho, inclusive mulheres e crianças.


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Com um nível de ação acima da média, vemos nesse episódio o confronto de dois mundos diferentes. Um duelo entre primitivas flechas e a arma de fogo, numa história com muita violência, onde nem crianças são poupadas.

Berardi se esmera por mostrar até onde vai a maldade humana, em cenas de tirar qualquer um do sério, afinal não tem como não ser afetado em cenas de tortura infantil.

Bastante cruel também, são os sangrentos momentos em que matam focas na base de porretes, exatamente como fazem nos tempos atuais.

Muitos personagens são especialmente marcantes, até mesmo entre os invasores brancos, o que tornam bastante reais as situações da trama.

NOTA 9


Obs: No Brasil, a Editora Mythos publicou nessa edição 7 de Ken Parker, como segunda história, "A Lenda de Kenissuaq", que seria o número 82 da saga.

Deixarei então sua sinopse para quando chegar a hora. 



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sábado, 16 de fevereiro de 2013

RESENHA: UM PEIXE CHAMADO WANDA


A Fish Called Wanda - Um Peixe Chamado Wanda
Comédia
País: EUA e UK - 1988
Diretor: Charles Crichton
Com John Cleese, Jamie Lee Curtis, Kevin Kline, Michael Palin

SINOPSE:
Um casal de americanos trambiqueiros, se associam a dois trambiqueiros londrinos, e assaltam uma joalheria, de onde conseguem diamantes milionários.


O problema é que o casal quer ficar com tudo, e entregam o mentor inglês à polícia. Mas, esperto que é, ele esconde os diamantes de todos, forçando à bela ladra e seu amante a um tortuoso jogo de sedução e mentiras, chegando mesmo a envolver o advogado (John Cleese, ex-Monty Pyton, criador do argumento junto ao diretor Charles Crichton), que tem sua carreira e casamento seriamente comprometidos.

Enquanto isso, numa corrida contra o julgamento, o hilariante (e gago) parceiro do mentor preso, tenta executar uma velhinha rabugenta, testemunha do crime.

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Uma das mais divertidas comédias que já assisti. Cheia de gags, muitas vezes misturando o humor sutil dos ingleses com o mais escrachado dos americanos.

As situações são impagáveis, e os personagens super cativantes. O elenco não podia ser mais entrosado.

Tudo bem que Kevin Kline ganhou o oscar de melhor ator coadjuvante, mas Jamie Lee Curtis, como a sedutora pilantra também merecia.

Na versão dublada brasileira, acontece o fenômeno de ficar mais engraçado que o original, pois as vozes e a adaptação estão simplesmente muito bem feitas, e nos matam de rir!

Principalmente a voz do bandido enrolado, sensível e gago (Michael Palin), feita pelo ótimo dublador Élcio Romar, de quem sou fã.

Para quem não lembra, ele foi o "Zé Mário" da novela "A Gata Comeu", e a voz do "Snarf" de Thundercats, entre muitos outros impagáveis...  o cara é bom!

Gags do gago que adoro rever:
*Fazendo bilu-bilu no cachorro da velha:
-Ca-ca-cachorrinho ba-ba-bonitinho -  (Graaur! O cachorro morde ele!)


*Pilotando um rolo compressor muito lento, para atropelar Kevin Kline.
-Va-va-va-vingança! Va-va-va-vingança!


(PARABÉNS, ÉLCIO ROMAR!)


NOTA 10

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RESENHA: UP - ALTAS AVENTURAS

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Up - Altas Aventuras
Animação/Aventura/Comédia
País: EUA - 2009
Diretor: Pete Docter, Bob Peterson 
Com Edward Asner, Christopher Plummer, Jordan Nagai

SINOPSE:
Para fugir da internação em um asilo, um velhinho viúvo, meio rabugento, "foge" com casa e tudo, transformando-a num veículo aéreo, prendendo-a em milhares de balões de gás.


Um menino escoteiro o acompanha acidentalmente, e assim, eles partem para explorar regiões intocadas, que desde criança sonhava conhecer com a falecida esposa.

Uma vez em seu destino, descobrem uma enorme ave desconhecida, que logo precisam proteger, contra um velho caçador, que usa de um zepelin e uma matilha de cães, para conseguir o que quer à força.

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Uma das grandes animações que eu já vi. Muito empolgante e até mesmo emocionante!

A ótima primeira parte, uns 10 ou 15 minutos, com o resumo de todo o casamento do velhinho e sua espevitada esposa, que se conheceram ainda meninos, é de uma sensibilidade maravilhosa e apaixonante.

Que casal! Nasceram um para o outro! O casamento que todos sonham viver! Quanta felicidade eles viveram! Pelo que aquilo tudo representa, o espectador atento não consegue evitar o nó na garganta, quando SENTE que tudo na vida (principalmente o que é bom) passa muito rápido...

Apesar do extremo lirismo, é uma história incomum, temperada que é com seus vários elementos, e com sabor de aventuras ao "velho estilo".

A batalha final, entre a casa-balão e o dirigível do vilão é realmente espetacular! As "locações" recriadas são de tirar o fôlego, e algumas parecem inspiradas no grandioso Monte Roraima.

Uma homenagem ao puro e verdadeiro "Espírito de Aventura"

Ótimos personagens desfilam pela trama, deixando sua marca, não deixando nada a dever a atores de carne e osso.

No brasil, tivemos o grande Chico Anísio dublando o velhinho rabugento. Ficou ótimo, e foi um de seus últimos trabalhos.

NOTA 10

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RESENHA: KEN PARKER 70 - O MESTIÇO MÉTIS


SINOPSE:
Ken Parker se une a um grupo para capturar um mestiço assassino, que fugiu sequestrando uma jovem como refém.


Durante a perseguição, novos elementos vêem à luz, e a história pode tomar novo rumo.

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Mais uma vez, Ken se desdobra para destrinchar problemas que só existem devido á intolerância e cegueira humanas.

Aqui, de início não entendemos o personagem mestiço, Métis, mas depois passamos a torcer por ele.

O problema de comunicação é enorme, já que cada um tem sua visão já cega pelos últimos acontecimentos violentos.

Chega á uma certa altura em qua já não sabemos mais de que lado estamos. A tragédia parece inevitável.

Ken luta pela sensatez, tentando conter os ânimos, que não param de se inflamar.

Nota 8

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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

RESENHA: KEN PARKER 69 - LAMPEJOS DE MEDO


SINOPSE:
Chegando numa cidade, Ken Parker é hostilizado por ser confundido como um irmão vingativo de um homem linchado indevidamente, por causa do estupro e assassinato de uma jovem à cerca de duas semanas.


Ken Parker, após sofrer a vários ataques e já totalmente envolvido, resolve investigar o local do crime e arredores para tentar solucionar o difícil caso...

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Mais uma demonstração das habilidades de Ken (ou de Berardi) em investigar crimes a lá Sherlock Holmes, atentando aos mínimos, mas importantíssimos detalhes.

Um discurso anti-violência, condenando pré-julgamentos, permeia toda a trama, evidenciando que todo grupo humano é truculento e intolerante, tendendo normalmente a punir inocentes.

Ao seguir Ken Parker em suas investigações, não tem como não traçar semelhanças com textos dos futuros enredos "Berardianos" de Julia, a criminóloga, sua próxima criação editorial.

Nota 8
 
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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

RESENHA: KEN PARKER 68 - O GRANDE ESPETÁCULO


SINOPSE:
Ken Parker conhece um escritor que procura o lendário Buffalo Bill, para comprar narrativas de suas aventuras, com o objetivo de publicá-las.


Diante da oportunidade, Ken narra uma antiga aventura sua em que conhece Buffalo Bill, nos tempos em que era auxiliar de seu pai, xerife da cidade.

Nessa aventura de seu passado, em tom leve e bem humorado, vemos a chegada do circo de Buffalo Bill e as confusões que causam para o jovem auxiliar da lei, já que o xerife estava ausente.

Por fim Ken Parker firma um acordo com o tal escritor para uma série de publicações com mais de suas aventuras.

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Nessas memórias "kenparkerianas", divertidíssimas por sinal, temos a chance de conhecer melhor o núcleo familiar de nosso herói, nucleo este feliz e bem entrosado, mostrando de onde veio toda a segurança e o bom-caráter de Ken.

É a partir dessa edição que veremos em alguns episódios futuros um Ken Parker escritor, adaptando suas antigas aventuras para ganhar algum dinheiro extra.

Nota 9



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RESENHA: KEN PARKER 67 - O ETERNO VAGABUNDO


SINOPSE:
Trabalhando de guia, junto com Oakpeha, um índio local e perseguindo uma família de ursos para uma dupla de irmãos pesquisadores da vida animal, Ken Parker precisa contornar a difícil personalidade agressiva e descontrolada de um deles.


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Bela história curta, de cunho ecológico, onde interessantes considerações sobre o respeito à natureza e a arrogância humana são feitas pelos personagens.

Nessa edição da Editora Mythos, primeiro temos a segunda parte de HORAS DE ANGÚSTIA (resenhada em post anterior) ,  e depois temos O ETERNO VAGABUNBO.

Nota 7



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RESENHA: KEN PARKER 66 - HORAS DE ANGÚSTIA



SINOPSE:
Depois de um frustrado assalto a um trem, um grupo de três ladrões, liderados por uma maléfica mulher de meia idade, chega à cidade e passa a manter uma família como refém, enquanto tratam de um cúmplice ferido.

Como se hospedava na casa, Ken Parker também vira refém, junto com a caçadora de recompensas, que estava no seu encalço. 

Com as portas fechadas, a tensão aumenta, já que o xerife local passa a suspeitar de algo.

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Uma situação que bem ou mal serviu para salvar Ken Parker da mira da perigosa assassina, mas que, pela maldade da matrona, também completamente amoral, o perigo se faz muito mais presente.

Nota 7


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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

RESENHA: CHAPLIN

Chaplin - Chaplin
País: EUA/Japão/França/Itália - 1992
Diretor - Richard Attenborough
Drama/Biografia
Com Richard Downey Jr, Geraldine Chaplin, Paul Rhys, Antony Hopkins, Dan Aykroyd , Kevin Kline, Marisa Tomei, Milla Jovovich, Moira Kelly, Diane Lane

Sinopse:
Vivendo na pobreza com seu irmão mais velho e sua mãe louca, Charles Chaplin começa a tentar a vida como comediante pelos palcos das casas de shows inglesas.

Vendo que tinha talento, viaja para os Estados Unidos e se apaixona pelo cinema, que estava em seu início.

Logo vira um sucesso, ganha bastante dinheiro, e manda buscar seu irmão e sua mãe.

Com o passar dos anos, fica extremamente famoso e realiza alguns dos maiores clássicos eternos do cinema, mesmo com os constantes escândalos amorosos, e com a perseguição dos paranoicos anti-comunistas, culminando com sua expulsão do país.

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Emocionante biografia de um dos maiores gênios da história do cinema, mostra da maneira mais fiel possível os momentos mais marcantes de Chaplin.

Impressionante a caracterização de Richard Downey Jr, que praticamente se transformou em Chaplin.

Nota 10


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