segunda-feira, 8 de abril de 2013

RESENHA: O LEGADO BOURNE




The Bourne Legacy - O Legado Bourne
Espionagem/Thriller/Policial/Ação
País: EUA - 2012
Diretor: Tony Gilroy
Jeremy Renner, Rachel Weisz, Edward Norton, Scott Glenn, Stacy Keach


SINOPSE:
Simultaneamente aos acontecimentos do ULTIMATO BOURNE, vemos aqui, os desdobramentos dos efeitos causados pela divulgação dos escândalos na agência (CIA), quando então inicia-se uma limpeza de arquivo, onde friamente se eliminam "provas humanas", evitando assim que o projeto Outcome também seja descoberto.

Um a um, os envolvidos são mortos, e entre os agentes marcados, Aaron Cross (Jeremy Renner) escapa e resolve procurar a cura para suas dependências químicas, originárias do treinamento.

Para isso, se alia à médica Martha Shearing (Rachel Weisz), também ameaçada de morte, capaz de curá-lo de vez.

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Interessante, porem um pouco inferior continuação da "Saga Bourne", onde podemos ver um agente bastante durão, passar o diabo para sobreviver à queima de arquivo promovida pelo departamento corrompido da Cia.

O filme consegue manter uma "identidade" com os outros três iniciais, já que o diretor é o mesmo que roteirizou a todos.

Algumas boas cenas de ação fazem o filme ser bastante assistível. Destaque para o ataque do drone no início, e à ótima perseguição final, nos mesmos moldes anteriores, com muita destruição e "pega-pra-capar" nas ruas congestionadas das Filipinas.

Nota 7


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terça-feira, 2 de abril de 2013

RESENHA: O ULTIMATO BOURNE



THE BOURNE ULTIMATUM - ULTIMATO BOURNE
Espionagem/Thriller/Policial/Ação
País:EUA, Alemanha - 2007
Diretor: Paul Greengrass
Com Matt Damon, Julia Stiles, Scott Glenn, Albert Finney, Joan Allen, etc

SINOPSE:
Em busca de respostas, Bourne tenta proteger um repórter marcado para morrer, que parece saber demais, arriscando-se além do normal em seus artigos de jornal, comprometendo operações secretas.

Logo a agência detecta Bourne e o novo chefe de operações quer a todo custo eliminá-lo, o que gera desentendimentos com Pamela Landy, a líder do filme anterior.

Uma corrida contra o tempo faz com que Bourne procure o centro de operações onde a operação Treadstone teve início. 
Ele precisa a todo custo, desmascarar os responsáveis por essa subdivisão assassina da CIA, além de finalmente conhecer a sua origem.

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Sequências inesquecíveis de suspense e ação permeiam todo o filme, mantendo um clima tenso praticamente do início ao fim, auxiliado pelo eficiente tema musical, meticulosamente intenso e repetitivo, marcando os momentos que antecedem os diversos clímax.

Para mim, a melhor luta da saga está nesse filme, quando Bourne cruza com um assassino espanhol, também treinadíssimo nas habilidades de matar.

A luta é violentíssima, e praticamente incendeia a platéia, num mix entre Krav-Magá e Capoeira.

A trilogia Bourne é recomendadíssima para quem gosta de thrillers de espionagem, ação e aventura, mas com um certo "pé no chão", evitando os exageros comuns vistos em filmes de 007, por exemplo.

Recentemente, com a morte de Ludlum, o escritor original, contrataram outro aparentemente bom escritor, para dar continuidade à saga. O primeiro filme baseado nesses livros, e que seria a quarta aventura é "O Legado Bourne", cuja resenha vem à seguir.

Nota 9


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RESENHA: A SUPREMACIA BOURNE



THE BOURNE SUPREMACY - SUPREMACIA BOURNE

Espionagem/Thriller/Policial/Ação
País:EUA, Alemanha - 2004
Diretor: Paul Greengrass
Com Matt Damon, Franka Potente, Brian Cox, Joan Allen, Julia Stiles, Karl Urban, etc

SINOPSE:
Escondido com sua namorada em Goa, na Índia, desde sua última aventura, Jason Bourne é enfim descoberto pela agência, e logo sua paz termina, quando é novamente marcado para morrer.

Usando de todo seu treinamento, mesmo ainda sem memória, vai em busca de uma solução, encarando a perigosa organização que o persegue, tentando principalmente descobrir o que é a operação Treadstone, da CIA.

Com sua memória voltando aos poucos, Bourne passa a sofrer dramas de consciência, ao se descobrir um assassino, porém ele não pode parar ainda, pois precisa se defender de provas plantadas contra ele, numa nova trama.

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Eletrizante continuação da saga Bourne, onde vemos o atormentado ex-agente tentando esclarecer seu passado obscuro de assassino da CIA.

Nessa seqüência, Bourne tem um nêmesis à sua altura: O frio agente Kirill (Karl Urban), eficiente matador russo, perseguindo-o implacavelmente.

A perseguição de carros pelas ruas de Moscou é antológica, entrando para a lista das melhores já filmadas.

A técnica empregada põe o espectador dentro do veículo nos momentos cruciais, enquanto Bourne usa o carro como arma. A destruição é impressionante!

Equipamentos modernos, como o "mobile" e suas câmeras acopladas, além de stunts e motoristas profissionais, numa edição arrojada e uma trilha musical empolgante, fazem o espectador prender o fôlego e segurar-se nos braços da poltrona, enquanto a destruição nas pistas rola solta na tela.

Nota 9

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quinta-feira, 21 de março de 2013

RESENHA: A IDENTIDADE BOURNE

O BLU-RAY DA PENÍNSULA IBÉRICA VEM COM O SUBTÍTULO "RENASCIDO EM PERIGO"

THE BOURNE IDENTITY - A IDENTIDADE BOURNE
Espionagem/Thriller/Policial/Ação
País: EUA - 2002
Diretor: Doug Liman
Com Matt Damon, Franka Potente, Chris Cooper, Julia Stiles, Clive Owen, Brian Cox, etc

SINOPSE:
Jason Bourne acorda sem memória, após ser resgatado por um pesqueiro em pleno mar.

Estava quase morto, ferido nas costas por vários tiros, mas sobrevive. Dias após se recuperar, parte em busca de sua origem.

Logo ele se vê perseguido pela polícia e por agentes assassinos, que a todo custo tentam eliminá-lo.

Aos poucos, suas habilidades, aparentemente de agente também, vão aflorando, ajudando-o na luta para resolver a grande enrascada em que se encontra.

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Excelente trama, bem amarrada e verossímil, baseada no ótimo livro de Robert Ludlum, que redefine o estilo "filme de espião". É uma pena que ele tenha morrido antes do filme ser lançado.

O personagem Jason Bourne (JB, coincidência, né?) se apresenta bastante convincente, e apesar de implacável, demonstra uma humanidade que nos cativa e por isso nos identificamos.

A diversão salta da escala, e nos pegamos todos vibrando e torcendo durante as várias cenas de ação.

Para mim, os momentos mais eletrizantes são quando Bourne faz mano-a-mano com outro agente treinado.

São dois assassinos com habilidades equivalentes, em franca determinação de um detonar o outro.

É um vale-tudo violentíssimo, onde tudo vira arma, com uma edição inovadora e numa dosagem não exagerada, mas que quando explode, fica espetacular!

A partir desse filme, todos passaram a imitá-lo no estilo, até mesmo das lutas, com muitos cortes rápidos em várias câmeras, em vários ângulos.

Se bem que, por exemplo no caso dos filmes do Batman de Christopher Nolan, a tentativa falha, e temos então cenas de lutas toscas, muito fragmentadas e deixando a desejar.

"A Identidade Bourne" é tão perfeito, desce tão redondo, que nem se espera ter continuação.

Qual não foi então a minha surpresa, ao descobrir que elas viriam, e que seriam também excelentes.

Resenhá-las-ei em seguida, já que adquiri o box "THE ULTIMATE BOURNE", com a trilogia inicial.

Nota 9


A CAIXA BRITÂNICA VEM COM LEGENDAS EM PORTUGUÊS.


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RESENHA: O QUINTO ELEMENTO



The Fifth Element - O Quinto Elemento
Fantasia/Ficção Científica/Ação/Comédia
País: França - 1997
Diretor: Luc Besson
Com Bruce Willis, Milla Jovovich, Gary Oldman, Ian Holm, Chris Tucker, etc

Sinopse:
Na terra do século 23, entre carros voadores e contrabandistas alienígenas, um padre representante de uma antiga ordem mística, precisa encontrar 4 pedras místicas que impedirão o fim do mundo.

Para isso, precisa da ajuda de um motorista de táxi, que encontrou "o ser perfeito", que é indispensável para o processo de salvar a humanidade.

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Interessante mistura de gêneros, feito meio que sem se levar à sério, e por isso mesmo, muito divertido. Ponto para Luc Besson, o inquieto criador.

Produção caríssima, graças aos muitos efeitos especiais, de encher os olhos. O visual do filme foi criado pelo mestre Jean Giraud, o velho, lendário e bom Moebius, que já desenhou a hq Blueberry, entre outros trabalhos clássicos.

A produção não poupou esforços nem no figurino caprichado, desenhado pelo famoso estilista Jean-Paul Gautier.

Na época foi o filme mais caro da França.

Espetacular ambientação das cidades futuristas, com milhares de veículos circulando por pistas aéreas, entre prédios vertiginosos, lembrando muito o planeta-cidade de Coruscant, do universo de Star Wars, ou até mesmo o clássico visual de Blade Runner.

Um elenco estelar bem aproveitado, garante o interesse e a diversão, ainda mais com as várias cenas de ação e perseguição.

Destaque para a beldade Milla Jovovich, no papel do próprio "quinto elemento", a Leeloo (Leeloominaï Lekatariba Lamina-Tchaï Ekbat De Sebat), emprestando suas formas para um ser inquestionavelmente perfeito.

Enfim, é um filme leve, simpático, com um grande visual, bom ritmo e divertido (O Chris Tucker baitola me mata de rir), que gosto muito de rever periodicamente.

Nota 8


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quarta-feira, 13 de março de 2013

RESENHA: KEN PARKER 80 - A CARAVANA DONAVER


SINOPSE:
Ken Parker narra uma grande aventura, onde participou como guia da malfadada caravana, onde várias famílias migram
para o oeste, atravessando regiões de grandes vicissitudes e perigo extremo.

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Uma história grandiosa, no clima dos antigos westerns clássicos sobre a colonização americana.

Uma verdadeira epopeia  onde acontece praticamente de tudo: Luta contra as intempéries, batalhas contra ataques índios, grandes paixões, que a tudo suportam, e até mesmo a tragédia da fome, do canibalismo e da loucura.

Uma verdadeira parábola, que ilustra até onde o espírito humano pode chegar sem se entregar.

Em apenas uma palavra: MAGNÍFICO!


Obs: No Brasil, essa aventura foi editada pela Mythos em dois volumes (17 e 18), sendo a última aparição de nosso herói branco-Hunkpapa nas terras tupiniquins.

Nota 10



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segunda-feira, 11 de março de 2013

RESENHA: KEN PARKER 79 - UM SOPRO DE LIBERDADE



Argumento e Roteiro: G.Berardi
Desenhos: Ivo Milazzo
SINOPSE:
Preso numa violenta prisão, Ken se defende com bravura, de início se saindo bem, devido à sua experiência em muitos combates passados, mas em consequência, é preso na solitária, onde presencia um covarde massacre de um preso fujão, perpetrado por guardas extremamente maus.


Inicia-se assim, aos poucos um clima de revolta contra os sádicos guardas, que agiam sem a aprovação do diretor do presídio.

Repórteres visitam o presídio, e esse é considerado o momento para a explosão da rebelião, quando até a esposa e a filha do diretor viram reféns.

Ken Parker se torna o porta-voz dos presos, e tenta desesperadamente evitar que mais sangue seja derramado.

Mas a situação é feia! Muito feia! Principamente porque nem todos os envolvidos são razoáveis, e o tom imposto por Berardi é de realismo...

-X-

Voltamos aqui ao "presente" do que acontece com Ken, fora de seus contos, e o vemos cumprindo sua pena pelo antigo assassinato de um covarde policial, no episódio 58, "Greve".

O clima do presídio é angustiante, e a violência, impressionante.

Os guardas realmente são monstros humanos, e tratam os homens presos como lixo, situação aparentemente comum em histórias de prisão.

Diversos personagens interessantes desfilam pelo roteiro, como a esposa adúltera do diretor, e sua espevitada filha.

Vários prisioneiros também compõem várias personagens importantes para a trama, nessa história dividida aqui no Brasil em dois volumes (Mythos 15 e 16), sendo criado para a segunda parte o título "Revolta na Penitenciária".

Nota 10


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RESENHA: KEN PARKER 78 - AS TRILHAS DO CÉU


SINOPSE:
O filho de Ken Parker, Teddy Parker, foge de casa em busca do pai. No caminho, entre suas aventuras, vamos
acompanhando sua leitura do novo conto escrito por Ken.

Nesse conto, vemos como Ken se envolve num massacre de índios inocentes, culpados de roubos que não cometeram.

-X-

É o preâmbulo do número 84, "As aventuras de Teddy Parker", nunca publicada no Brasil.

Aqui temos mais uma vez, duas histórias muito bem intercaladas. Primeiro, vemos Teddy fugindo de seus pais, numa corrida
desenfreada entre Boston e Nova York pela via férrea.

No caminho, ele encontra estímulo nas histórias publicadas do pai, onde vemos o que Ken andou fazendo, como caindo em golpe "boa noite cinderela", e caçando um grupo de índios ladrões e assassinos que aterrorizam a região.

Nesse episódio, vemos Ken sofrendo bastante ao presenciar um massacre horrível de uma família índia confundida com perigosos.

Minha formação cética precisa inquirir: O Elemento místico no final do conto, indicaria um floreio dramático do estilo do Ken escritor, ou aquilo aconteceu mesmo e é do estilo de Berardi?

Nota 9

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quinta-feira, 7 de março de 2013

RESENHA: KEN PARKER 77 - A MARCA DOS McCORMACK



SINOPSE:
Depois de recobrar a consciência numa fazenda, e ainda se recuperarndo dos ferimentos de sua última aventura, Ken Parker ainda enfraquecido, e confundido com o xerife, investiga o assassinato de um rapaz da família que o acolheu.

Metodicamente, ele aplica sua inteligência e experiência, montando pouco a pouco um mosaico das causas e motivações do covarde crime.

Por outro lado, ele não sabe muito o que fazer, enquanto o verdadeiro xerife, ainda desmaiado, vai despertando aos poucos, o que acarretaria em seu desmascaramento, fuga ou prisão.

-X-

Uma história muito boa, para quem gosta de investigações e mistérios, pois de início, o crime parecia ser por motivo de posse de terras, mas a coisa vai enfim tomando inesperados contornos. Realmente uma trama bem montada!

Berardi nos mostra um Ken Parker, mesmo sendo um intrépido e eficiente investigador/solucionador de casos, um frágil expectador de seu próprio destino, quando fica simplesmente inerte, entregue à própria sorte, enquanto o xerife combalido desperta aos poucos.

E, cereja do bolo, humano que só ele, em certo momento tocante, nos mostra que, longe de algum rancor por quem quer prendê-lo, ainda se preocupa e o considera amigo.

Nota: 9


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quarta-feira, 6 de março de 2013

RESENHA: KEN PARKER 76 - A TERRA DOS HERÓIS



Sinopse:
Ken Parker "puxa" seus criadores, Berardi e Millazo para dentro da história em quadrinhos, e juntos exploram o mundo da "Heroilândia", onde se encontram todos os heróis e vilões do imaginário humano, seja do cinema, dos livros ou quadrinhos.

Em busca de um grande vilão, eles interagem ou se encontram com Orson Wells, Robin Hood, Inspetor Clouseau, Tiki, Drácula, Rita Hayworth, Mae West, Charles Chaplin, Peter Lorre, e muitos outros!

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Nessa surpreendente fantasia, Berardi nos faz mergulhar em sua mente, nos mostrando suas influências, seus gostos, enfim, seu mundo de aventuras, que como todos os apreciadores, teve origem nas leituras e seções de filmes, onde muitas vezes os heróis ajudam a formar o caráter dos fãs.

Uma história surreal, leve e engraçada, num tremendo corre-corre de bandidos e mocinhos, onde o importante é o "passeio", não somente pelo imaginário de Berardi e Millazo, mas como facilmente podemos reconhecer, pelo nosso também.

Nota: 8

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