terça-feira, 10 de setembro de 2013

RESENHA: GUERRA MUNDIAL Z


GUERRA MUNDIAL Z - WORLD WAR Z
GUERRA MUNDIAL Z - WORLD WAR Z
Terror, Ação, Aventura
Dir. Marc Foster
EUA - 2013
Com Brad Pitt, Mireille Enos, Daniella Kertesz

SINOPSE:
Uma virose ultrarrápida que transforma as pessoas em zumbis violentíssimos, começa a se espalhar no planeta, e um agente especial das Nações Unidas, Gerry Lane (Brad Pitt) é convocado para investigar o provável local da origem da praga.

Seguindo as pistas da doença, ele viaja dos Estados Unidos para a Coréia do Sul, Jerusalém e País de Gales, na esperança de descobrir uma cura, enquanto hordas de monstros dizimam a raça humana, em verdadeiras ondas transbordantes de ataque canibal.

Uma missão aparentemente impossível.


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OBSTINADOS COMO FORMIGAS, SOBEM UNS NOS OUTROS!

Um ótimo "filme de zumbi", prato cheio para quem, como eu, adora o assunto.

Cada vez inventam zumbis mais assustadores nos diversos filmes, mas esses aqui são dos piores que já vi até agora.
A VELOZ E FEROZ MAÇAROCA DE ZUMBIS, ATROPELANDO A TUDO E A TODOS! MANEIRO!

O som dos guinchos é arrepiante (é de alguma mistura de animais, talvez aves...), e é ponto positivo na criatividade dos realizadores, sempre caprichando no que podem, para assustar a galera.

Vai ter muita mulher que além de tapar os olhos, vai ter que dar um jeito e tapar os ouvidos também!

Os efeitos com os personagens digitais em multidão (em ondas!) são muito convincentes, e realmente impressionam o espectador, que boquiaberto certamente jamais viu tais cenas.
ELES VÊM E VÊM E VÊM E VÊM, COMO UMA ONDA...

As sequencias de ação são vigorosas e assustadoras, verdadeira correria com vagalhões de demoníacos zumbis, muita matança e desespero dos pobres mortais que mal podem correr eficientemente e logo morrem, como cordeirinhos entre lobos - SEM CHANCES!

O quanto eu não pagaria para ver os detalhes, um making of completo com filmagens, efeitos, edição, etc.

Talvez o melhor filme de zumbi já realizado. No mínimo fica em pé de igualdade com os melhores.

Nota 10
CARTAZ BRASILEIRO (CLIQUEM E OLHEM DE PERTO E VEJA OS ZUMBIS SUBINDO NOS PRÉDIOS!)

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RESENHA: DVD SHOW LULU SANTOS AO VIVO - MTV - 2004

CAPA DO DVD (INFELIZMENTE NÃO PRODUZIRAM EM BLU-RAY AINDA)

LULU SANTOS AO VIVO, MTV - 2004

Após dois ótimos dvds acústicos, estava fazendo falta o dvd óbvio: Um ao vivo, com todo o esplendor possível do Lulu, sua guitarra e a química com o público. É ROCK & ROLL brasileiro da melhor qualidade, com aquele tempero misto que só o Lulu Santos sabe fazer.

Foi nesse dvd que conheci a techno "Chega de Dogma", que só sei ouvir bem alto. ALUCINANTE!

Agora o próximo passo lógico: UM BLU-RAY da mesma estirpe, porém com imagem e som estrondante.

LISTA DAS CANÇÕES:
1. Condição
2. Toda Forma de Amor
3. Um Certo Alguém
4. O Último Romântico
5. Sincero
6. Adivinha O Quê
7. Tudo com Você
8. Tempos Modernos
9. Sábado a Noite
10. A Cura
11. Apenas Mias uma de Amor
12. Tudo Bem
13. Aviso aos Navegantes
14. Tudo Igual
15. Assim Caminha a Humanidade
16. Já É!
17. Chega de Dogma
18. Descobridor dos Sete Mares
19. Minha Vida
20. Como uma Onda
21. Sem Nunca dar Adeus
22. Casa

Nota 10

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terça-feira, 3 de setembro de 2013

RESENHA - TINA TURNER - HOLANDA 2009 - BLU-RAY


TINA TURNER 2009

Arrepiante e imperdível show da poderosa Tina Turner!
Gravado na turnê de 2009 na Holanda, Tina canta seus principais sucessos, e mostra que sua voz somente melhora com a idade.

Show a parte, 4 bailarinas lindíssimas, com performances de cair o queixo! Principalmente a mais alta delas, a brasileira Ferly Prado, de longe a que mais chama a atenção.

Sua dança é de corpo e alma, e realizada com tal animação, com tal afetação, que seu rosto se transtorna lindamente, emanando o mais puro prazer.

Nota 10
FERLY PRADO, GATINHA BRASILEIRA
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RESENHA: LIVRO - O RELOJOEIRO CEGO - Richard Dawkins


O RELOJOEIRO CEGO - BLIND WATCHMAKER
A teoria da evolução contra o desígnio divino
Richard Dawkins - 1986

SINOPSE:Um livro importante para quem quer entender melhor os argumentos prós e contras a Teoria da Evolução, única aceita pela ciência para explicar a origem e evolução das espécies na terra.

A teoria de Charles Darwin, de tão poderosa e completa, e hoje totalmente confirmada, mais de uma vez e inclusive pela ciência genética, veio "salvar" muitos ateus, já que agora, indubitavelmente eles têem um argumento "palpável" contra o desígnio divino, coisa que antes ficava somente no disse-me-disse filosófico.

Conforme vemos numa passagem:
Antes de Darwin, um ateu poderia ter afirmado, pautando-se em Hume: "Não tenho explicação para a complexidade do design dos seres vivos. Tudo o que sei é que Deus não é uma boa explicação, portanto devemos aguardar e esperar que alguém avente algo melhor"

O livro é recheado de exemplos práticos, que ajudam à compreensão das idéias mais rebuscadas, onde Dawkins esbanja de analogias interessantes e esclarecedoras.

Não é um livro técnico, e o leitor comum não terá dificuldades de sair dessa imersão como um biólogo evolucionista honorário.

O estrago às religiões é inevitável, já que não dá para ao mesmo tempo considerar as duas hipóteses como verdadeiras. É uma questão de escolha decidir-se por realidade ou ilusão.

Aliás, eu não entendo biólogo religioso, ou padres que alegam terem "estudado" biologia, além de teologia. NÃO TEM NADA A VER... e nada se pode fazer quanto a isso. Fica o mistério... de Darwin para Freud.

Adorei toda a parte sobre a eco-localização dos morcegos e de outros animais, que também desenvolveram paralelamente poder parecido, graças às mesmas condições de escuridão e consequente impedimento de usar a visão por luz. Interessantíssimo mesmo!

O livro entra em detalhes do desenvolvimento dos olhos, onde a explicação darwiniana satisfaz a todos os aspectos, em detrimento de qualquer outra teoria.

Algumas passagens que me chamaram a atenção.

"...A seleção natural é o relojoeiro cego, cego porque não prevê, não planeja conseqüências, não tem propósito em vista. Mas os resultados vivos da seleção natural nos deixam pasmos porque parecem ter sido estruturados por um relojoeiro magistral, dando uma ilusão de desígnio e planejamento. O propósito deste livro é resolver esse paradoxo de modo satisfatório para o leitor..."

"...Como um órgão tão complexo poderia ter evoluído?" Isso não é um argumento, é apenas uma expressão de incredulidade. A meu ver, essa incredulidade intuitiva que tende a existir em todos nós em se tratando do que Darwin denominou órgãos de extrema perfeição e complexidade tem duas razões. Primeiramente, não somos capazes de uma apreensão intuitiva do vasto tempo à disposição da mudança evolutiva. Muitos céticos a respeito da seleção natural estão dispostos a aceitar que ela é capaz de introduzir pequenas mudanças, como a cor escura que evoluiu em várias espécies de mariposas a partir da revolução Industrial..."

É mágico entendermos que depois que as paredes e chaminés escureceram com a fuligem do carvão produzida pela revolução industrial, a seleção natural, apesar de uma ajuda artificial, eliminou as mariposas de cor clara, simplesmente porque elas não mais conseguiam se esconder de seus predadores, deixando o domínio para as de cor escura. É ASSIM QUE A EVOLUÇÃO FUNCIONA, MINHA GENTE! E tudo isso num tempo curtíssimo! Imaginem essas forças agindo em BILHÕES DE ANOS?

Dawkins nos relata suas "brincadeiras" com um programa que ele mesmo desenvolveu para simular a aleatoriedade das mutações e o consequente impacto nas gerações futuras de seu mundinho virtual, imprimindo interessantes formas evoluídas, os biomorfos, numa parábola do que acontece em escala muito maior.

Mais adiante, temos interessante citação de Darwin: (em A origem das espécies)

"Se fosse possível demonstrar que existiu algum órgão complexo que não poderia absolutamente ter sido formado por numerosas e sucessivas modificações pequenas, minha teoria cairia por terra."

E continuando com Dawkins:

"Cento e vinte e cinco anos depois, sabemos muito mais a respeito dos animais e plantas do que Darwin sabia, e ainda assim não conheço um único caso de um órgão complexo que não pudesse ter sido formado senão por numerosas e sucessivas modificações pequenas"


Sexo e altruísmo, Feedback positivo, Puntuacionismo, taxonomia, cladismo, neutralismo, mutacionismo, teoria lamarckiana, criacionismo... Darwin nos leva a todos os raciocínios, nos deixando realmente familiarizados com o que há de pertinente para o melhor entendimento da realidade.

Ficamos cônscios que a única explicação para a vida na terra não é nada mais que a replicação com mutação aleatória cumulativa no decorrer de bastante tempo.

Ficamos com a verdadeira noção do tempo abismal que leva para que todo o processo seja possível, para que, por exemplo, um (quase perfeito) olho seja formado, esvaindo-se de vez, para o leitor incauto, qualquer idéia de criação pronta.

Nas palavras de Dawkins:

"Domesticar" o acaso significa dividir o muito improvável em pequenos componentes menos improváveis organizados em séries.

Não importa quanto seja improvável que um X possa ter surgido de um Y em um único passo, sempre é possível conceber uma série de intermediários infinitesimalmente graduados entre eles.

Por mais improvável que uma mudança em grande escala possa ser, mudanças menores são menos improváveis.

E, contanto que postulemos uma série grande o bastante de intermediários em uma graduação suficientemente pequena, seremos capazes de derivar qualquer coisa de qualquer outra coisa, sem invocar improbabilidades astronômicas.

Temos permissão para fazer isso somente se houver decorrido tempo suficiente para encaixar todos os intermediários.

E também somente se houver um mecanismo para guiar cada passo em alguma direção especifica; caso contrario, a seqüência de passos se extraviará numa interminável caminhada aleatória."
A RAZÃO ESPERA POR VOCÊ!

Quem é contra a teoria da evolução, é porque não a entendeu, e geralmente acha logo que ela se baseia em que "é tudo aleatório", o que não é verdade.

Quem não se interessar em entendê-la, estará condenado a pensar errado para sempre.

LEIAM!

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

RESENHA: O GRANDE MOTIM


O GRANDE MOTIM - MUTINI ON THE BOUNTY
Aventura, Drama, História
EUA - 1935
Diretor: Frank Lloyd
Com  Charles Laughton, Clark Gable, Franchot Tone
Oscar de melhor filme de 1935

O navio inglês HMS Bounty parte numa missão de 2 anos para as longínquas e paradisíacas ilhas do Taiti, com o objetivo de buscar mudas de fruta-pão para servir de alimento barato para escravos.

À bordo, logo o inferno se instaura na tripulação, pois o tirânico capitão Bligh (Charles Naughton, perfeito!) leva tudo com pesada mão de ferro.

Para ele, tudo é motivo para punição, e é super normal o chicote cantar nas costas de algum infeliz.

O moral cada vez fica mais baixo, ainda mais quando há indícios de que o impoluto capitão Blight não é assim tão perfeito, em termos de caráter.

O Tenente Fletcher Christian (Clark Gable) começa a entrar em confronto com o cruel capitão, pois seu estilo de disciplina não prevê castigos físicos, e logo também é perseguido.

Logo, dois grupos distintos habitam o navio, cada um de um lado, e assim, o clima de um grande motim está formado.

O que assistimos daí em diante, são as consequências...

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Segunda versão do fatídico (a primeira é uma obscura versão Australiana de 1916) e verídico motim que ocorreu em 1787, quando seus efeitos nefastos afetaram as normas navais para sempre, melhorando assim as condições de vida dos marinheiros.

A história é tão boa, tão recheada de elementos dramáticos que teve mais duas refilmagens: O GRANDE MOTIM - MUTINY ON THE BOUNTY (1962) e REBELIÃO EM ALTO MAR - THE BOUNTY (1984), as quais eu ainda não sei qual a melhor, já que sempre que assisto a uma delas, logo assisto às outras duas.

Curiosidade: Parece que o colérico capitão Bligh esteve envolvido em pelo menos mais dois motins! Que figura, hein?

Nota 8

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quarta-feira, 28 de agosto de 2013

RESENHA: STAR TREK ALÉM DA ESCURIDÃO


STAR TREK - ALÉM DA ESCURIDÃO - INTO THE DARKNESS
Ficçã Científica, Ação, Aventura
Dir. J.J. Abrams
EUA - 2013
Com Chris Pine, Zachary Quinto, Zoe Saldana, Benedict Cumberbatch

SINOPSE:
Após um atentado à cúpula da frota, em São Francisco, em que morre entre outros, o Capitão Pike, um revoltado Capitão Kirk é incumbido de encontrar e eliminar o poderoso terrorista, que aparentemente agiu sozinho.

Assim antes de sua famosa missão exploratória de cinco anos, a lendária nave Enterprise e seus tripulantes precisam cumprir ordens militares.

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Eficiente como filme de ação e ficção-científica, esse décimo segundo exemplar da franquia STAR TREK consegue manter a atenção, tanto dos fans veteranos (ainda que meio ressabiados pelo estilo non-stop) quanto do expectador mais jovem, e ainda não iniciado nesse universo espacial futurista, criado pelo genial Gene Roddenberry.
QUANDO VAI PARAR DE CHOVER NA HORTA DO CAP. KIRK?
Eu gostei do filme, mas estou me adaptando a passos largos das diferenças. Cada fã da antiga tem seu "filtro" e o meu, por exemplo, implica desde o filme de 2009 com a nova ENTERPRISE, que ficou muito diferente, mas acho que já me acostumei.

Não curto tanto o personagem Spock (Zachary Quinto, ótimo) ser mais "emocional" que o antigo, mas eu fantasio que é porque ele ainda é muito jovem, e seu lado humano suplanta o lado Vulcano, frio e racional. 

Acho que tudo bem que o diretor Abrahan não queria enfrentar as firulas que enfrentaria se mantivesse a linha temporal original, e optasse por essa "realidade alternativa" mais cômoda para criar novas sagas, tanto nos longas-metragens quanto nas possíveis séries futuras.

Só achei que pegaram pesado em por exemplo, na versão de 2009, ao EXPLODIREM O PLANETA VULCANO! Achei muita ousadia! É certamente cortar possibilidades, e isso não é prudente fazer.

NOTA 7

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RESENHA: TITANIC


TITANIC
EUA - 1997
Amor, Drama, Aventura
Diretor - James Cameron
Com Leonardo di Caprio, Kate Winslet, Billy Zane, Katy Bates,

SINOPSE:
O ano é 1912, e o gigantesco navio de cruzeiro TITANIC vai inaugurar sua viagem de Southampton, Inglaterra, para a distante América  lotado com mais de 2000 pessoas.

Entre elas, acompanhamos Jack (Leonardo di Caprio), um joão ninguém e Rose (Kate Winslet), noiva de um poderoso magnata, que se conhecem e se apaixonam durante o terrível acidente histórico em que o navio se choca com um iceberg e em poucas horas, afunda, matando mais de 1500 passageiros!

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É quase inenarrável falar dessa aventura da vida real, desse drama assombroso de tons apocalípticos, bastante assustador.

Titanic é um filmaço! Todos precisam assistir essa odisseia através do amor e do desespero, essa parábola da vida real, que é em resumo amar e viver brevemente, sem mais alternativas.

Só por essa obra, James Cameron, escritor e diretor, já se sagraria gênio inconteste, mas ele já nos deu várias outras provas disso, com seus Exterminadores e Avatares.

Sou fã de carteirinha do cara, e assisto a tudo que ele faz.

Titanic é portentoso! Tão portentoso quanto ao que realmente aconteceu. Tudo foi pesquisado minuciosamente e reconstituído primorosamente para a tela do cinema.

A produção não poupou esforços, tanto na reconstituição exata de época quanto ao ressuscitamento do lendário navio, mostrado em tantos detalhes que até esquecemos que ele não existe mais. 

Conseguiram até que a mesma empresa que fez os luxuosos tapetes na época, fabricassem os mesmos modelos! É muita perfeição!
O REALISMO É IMPRESSIONANTE! CLIQUE NA FIGURA PARA DAR ZOOM.
Nunca mais outro filme sobre naufrágio será feito com tanto gigantismo: É IMPOSSÍVEL! Está para acontecer algo assim tão significativo em qualquer um dos sete mares! Talvez em outra era, ou em outro planeta...

É engraçado ver pessoas imaturas, geralmente homens, que detestam o filme, mas não explicam direito o porquê, deixando óbvio que o foco é alguma aversão a histórias de amor ou ao ator Leonardo di Caprio. Freud Explica. Eu prefiro ficar apreciando a bela Kate Winslet

Nota 10

Curiosidade: Em abril de 2012 o magnata da mineração Clive Palmer anunciou o projeto "Titanic II" que seria o "navio comandante" de sua empresa "Blue Star Line" , o navio foi projetado pela empresa "Deltamarin" , a construção do navio começara em 2013 no estaleiro "CSC Jinling Shipyard" na China , sua viagem inaugural esta prevista para o final de 2016 , de Southampton para New York , como o navio original
Fonte: Wikkipedia

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RESENHA: O MESTRE DOS MARES - O LADO MAIS DISTANTE DO MUNDO


O MESTRE DOS MARES - O LADO MAIS DISTANTE DO MUNDO / MASTER AND COMMANDER - THE FAR SIDE OF THE WORLD 
Aventura, Ação, Drama
Diretor: Peter Weir
País: EUA - 2003
Com Russel Crowe, Paul Bettany, Billy Boyd, Max Pirkis

Em 1805, o navio inglês HMS Surprise sob o comando do capitão Jack Aubrey, "o sortudo" (Russel Crowe) é surpreendido num nevoeiro pelo poderoso navio da frota napoleônica, Acheron, que o bombardeia até a quase destruição, escapando por um fio.

Em acaloradas discussões com seu amigo, o naturalista a la Dawin, Stephen Maturin (Paul Bettany), Audrey tenta superar seu conflito de manter a perseguição ao imbatível Acheron, arriscando mais vidas, ou engolir o orgulho e admitir sua derrota e fugir.

Enquanto isso, as duas magníficas embarcações singram através de dois mares, em um duelo também psicológico.

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O filme combina os enredos de dois dos 20 livros escritos pelo romancista  inglês Patrick O'Brian.

Sua obra é maravilhosamente detalhada quanto ao assunto naval e sua acuidade ao descrever a época e as missões é bastante elogiada pelos fãs.

Um bom filme de batalhas navais antigas, muito bem realizado, com combates impressionantes e realistas, graças aos bons efeitos especiais.

O personagem de Paul Bettany, o naturalista Stephen Maturin é o meu favorito, e é claramente inspirado em Charles Darwin e suas viagens de estudo à bordo do famoso navio Beagle, que o levou a escrever A Origem das Espécies, desenvolvendo assim a Teoria da Evolução.

Paul fez tão bem o naturalista, que, anos depois, no filme CRIAÇÃO (CREATION) de 2009, termina "praticamente repetindo" o papel de Maturin, ao representar o próprio Charles Darwin, numa atuação memorável.

Nota 7

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RESENHA: OS BRUTOS TAMBÉM AMAM - SHANE


OS BRUTOS TAMBÉM AMAM - SHANE
Faroeste
Dir. George Stevens
EUA - 1953
Com Alan Ladd, Jean Arthur, Van Heflin, Brandon de Wilde, Jack Palance

SINOPSE:
Um cavaleiro solitário, vindo de longe, chega a um lugarejo, e é abrigado por uma família de agricultores.

Logo a seguir se envolve na disputa de terras local, em que um velho colono, o chefão local, usa capangas para assustar as famílias, expulsando-as aos poucos.

Ele chega a contratar um pistoleiro profissional, e o clima esquenta mais ainda, para as pobres famílias.

Shane parece esconder um segredo de seu passado que afeta suas ações. Teria sido ele também um pistoleiro? É o que dá a entender.

É inevitável a rota de colisão entre os dois lados da disputa.

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Para mim, o melhor faroeste já feito! Digo isso pois, em uma metragem até mediana, não tem nem duas horas, a obra retrata muito bem toda a mitologia básica do velho oeste.

O diretor, George Stevens, para mim é um dos melhores criadores de clima. Vide sua outra obra prima ASSIM CAMINHA A HUMANIDADE (GIANT-1956). Um mestre!

Temos o cavaleiro misterioso, os colonos, a criação de gado, um chefão e seus capangas, a clássica briga de bar (a melhor!), o romance impossível, o duelo final... e tudo bem engendrado num roteiro "direto ao assunto", fazendo com que o filme seja bastante prazeroso de se assistir, muitas e muitas vezes. Eu mesmo já vi tanto que perdi a conta.

O personagem do menino Joey (Brandon de Wilde), filho do casal de fazendeiros é um achado, e praticamente vemos o desenrolar de tudo pelo seu ponto de vista.

Ele é simplesmente fascinado por Shane, considerando-o um grande herói, da mesma categoria que seu pai Joe (Van Heflin, o eterno Athos do clássico OS TRÊS MOSQUETEIROS de 1948).
SHAAAAANE!
É um ator muito bom para sua idade, e transmite algo bastante emocionante, que é justamente seu ponto de vista, lógico e inocente ao mesmo tempo, que muito me toca sempre que assisto. Freud explica.

Somente agora, ao escrever essa resenha é que soube que ele morreu muito jovem, em 1972, aos 30 anos, num acidente de trânsito, a la James Dean.

Nota 10

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sexta-feira, 23 de agosto de 2013

RESENHA: O FALCÃO DOS MARES


O FALCÃO DOS MARES - HORATIO HORNBLOWER, R.N.
Aventura, Ação, Clássico
País: Inglaterra - 1951
Diretor: Raoul Walsh
Com Gregory Peck, Virginia Mayo

SINOPSE:
Em 1807, acompanhamos as aventuras do capitão inglês Horatio, que além do avanço napoleônico, precisa enfrentar um poderoso navio de guerra espanhol com mais de 60 canhões.

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Um navio de guerra em missão secreta, um líder rebelde enlouquecido, um clima de guerra devido ao perigo de Napoleão Bonaparte ser bem sucedido, países se aliando, batalhas navais homéricas, amores impossíveis...

Simpática aventura, onde os personagens são construídos para serem marcantes. O Personagem do capitão Horatio (Gregory Peck) é impagável, com seus maneirismos e caráter impoluto, um líder natural.

É muito engraçado seu cacoete de ficar tossindo quando embaraçado ou preocupado...

O filme é permeado por um tipo de humor que me agrada muito, como por exemplo a mania dos oficiais ficarem apostando em cima do que a figuraça do capitão vai ou não fazer.

Destaque para as batalhas navais, muito bem realizadas para a década de 50. Bastante empolgantes mesmo.

Um clássico altamente recomendado para quem curte filmes marítimos de época.

Curiosidade: Um quase irreconhecível Christopher Lee faz uma participação como um capitão espanhol em combate de espadas.

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