quarta-feira, 24 de julho de 2013

RESENHA WW2: 48 - JULGAMENTO EM NUREMBERG


O JULGAMENTO EM NUREMBERG

SINOPSE:
Nessa versão, vemos o julgamento dos juízes nazistas, que praticamente tornaram “legal” perseguir, mutilar ou assassinar judeus.


-x-


Muito boa reconstituição, excelente roteiro e magistrais interpretações de um dos mais famosos julgamentos dos criminosos nazistas, sendo que esse foi para os juízes que autorizaram a esterilizarão, entre outras atrocidades, de um sem número de judeus.


Burt Lancaster nunca esteve tão bem, mas é Maximilian Schell que rouba a cena, com seu papel de advogado dos nazistas. Spencer Tracy também dá uma aula de interpretação.


Interessante artifício usado pelo diretor Stanley Krammer, de a princípio, mostrar o sistema de tradução simultânea entre testemunhas, júri, advogados, etc... em toda sua complexidade, e aos poucos, ir abandonando em prol de um melhor espetáculo cinematográfico, facilitando enormemente as filmagens e não enchendo o saco dos espectadores com tantos detalhes.


Eu vi esse filme ainda criança, e me lembro que fiquei bastante entusiasmado com o julgamento. Aliás, ADORO filmes de julgamento! Deve ser porquê eu gosto muito de debates francos, onde o que importa é colocar a verdade á tona.


Mas o estranho, é que na minha lembrança, o papel do advogado era o James Mason, mas qual a minha surpresa ao ver que era o Maximilian Schell! 


Nota 10


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